As melhores coisas do Mundo

As melhores coisas do MundoHoje quando estava procurando algum filme para assistir na Internet, ví um comentário de um rapaz dizendo que o longa “As melhores coisas do Mundo” era o segundo melhor que ele havia visto, perdendo apenas para Tropa de Elite 2. Bom, o meu amigo Rafael Barbosa já tinha escrito sobre o título e, como bom cinéfilo que ele é, logo se tornou algo que eu tinha que assistir. E o resultado já era esperando. Decerto, o segundo melhor filme Brasileiro que já assisti. Salvando o fato de eu não ter visto o segundo longa do Capitão NAscimento ainda, é uma coisa bem interessante. Não é?

A parada é o seguinte… Se você ainda não viu o filme, é aconselhável você ler o restante do texto de olhos fechados, por que certamente conterá spoilers.

Que filme sincero. Sincero e sensível. As melhores coisas do Mundo mostra uma realidade crua e cruel -bom, cruel no sentido que os adolescentes padronizam nos dias de hoje- de uma forma bem direta. A história se passa ao redor de Mano, um garoto de 15 anos que está atravessando a difícil tarefa de ser adolescente. Nisso em um fundo familiar-dramático bem comum nos dias de hoje: a separação dos pais e as conseqüencias disso. Garotas, problemas sociais, paixões perdidas, intrigas e fofocas também dão o ar da graça no longa-metragem. Caracterizando ainda mais a questão do drama no filme. E é claro, a questão de ser adolescente em si. Que eu acredito que seja o tema principal da parada.

Eu só achei que no papel de Pedro (que fora interpretado por Fiuk) poderiam ter colocado outra pessoa. Po, eu até gosto dele e tal, mas cara, ele é o Fiuk em todos os personagens. É que nem o Selton Melo, que fez aquele filme “Meu nome não é Jonhy” interpretando… Melo, The Selton. É o tipo de ator que vai sempre interpretar os mesmos papéis e tal. E isso não me agrada…

Entretanto, na minha opinião, o que mais chama atenção no filme são os dois romances centrais que rolam na trama. Por um lado temos Pedro e “A Ruiva Que Eu Não Lembro O Nome” que figuram um namoro já em término, com toda aquele desespero e ciumes por parte dele. E o legal nisso é o jeito de como foi abordado: o garoto foi chutado por uma garota que ele AMAVA. Escrevia várias poesias pra ela em seu blog e tudo mais. Porém, ao finalmente perceber que ela queria liberdade, curtir a vida e conhecer outras pessoas, ele decidi tentar o suicídio. E a maneira de como isso é mostrado é bem interessante, pois mostra como o fim de um relacionamento pode afetar a cabeça de um jovem de 17 anos.

E doutro lado temos Pedro e Carol, dois jovens de 15 anos que se gostam, mas são daquele tipo de “amigos” que tem uma paixão gigante, que geral vem dessssssssssssde antes mas nenhum dos dois admite. E nisso eles vão vivendo suas vidas na escola, cheio de fofocas, pegação e tal, mas tudo com muita sinceridade e lealdade em comparação de como são as coisas mesmo. Sem fantasias, sem “final feliz” e essas babaquices que vemos em muitos filmes por aí.

E tem várias outras cenas muito shows, que fizeram desse filme um dos grandes do Cenário Nacional de Cinema. Se é uma das melhores coisas do mundo, eu não sei. Bom, na verdade está muito longe de ser. Mas que é um dos melhores filmes brasileiros, isso pode apostar que é.

s2 Fiuk

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